Duas pontes, na minha vida
Uma cascata de luzes). Numa noite do verão de 2000, no ano anterior à queda da ponte do Douro, eu estava lá, admirando os “efeitos especiais” luminosos, que pareciam transformar a ponte, numa cascata de luzes brancas.
Um filme sobre a queda da ponte de Entre os Rios). Aparece agora, 25 anos depois, um filme ficcional sobre o desastre da queda da “ponte Hintze Ribeiro”, ocorrido a 4 de Março e que fez 59 vítimas. Foi no interminavelmente chuvoso inverno e primavera de 2000-2001. Uma das actrizes será Lúcia Moniz, à época uma desconhecida filha do casal açoreano José Alberto Moniz-Mª do Amparo, bastante icónico na música ligeira dos anos que se seguiram ao 25 de Abril de 74; mas que depois terminaria em divórcio. A ponte datava do final da Monarquia e levava o nome de um famoso 1º ministro do malogrado grande rei D. Carlos. Era o atravessamento necessário do rio Douro, logo a seguir ao ponto onde nele conflui o seu célebre e poderoso (hoje tão domado e estragado) Tâmega. Rio este, cuja origem etimológica (céltica) do nome é equivalente à do Tamisa; ou à do húngaro-romeno Timis (em húngaro, Temesz), do qual deriva o nome da cidade de Timisoara (Temeszvar),........
