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“Europa”, dois destinos opostos e conflituantes

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19.05.2026

O processo de “desconstrução europeia”). É normal, nos “media” e na por eles formada “opinião pública”, referirem-se as transformações graduais e sucessivas (os tais “pequenos passos furtivos” que propunha o fundador Robert Shuman…) que tem sofrido a arquitectura política dos diversos Estados europeus, como: “construção” europeia. Porém, o que se tem realmente passado, sobretudo desde o tratado de Maastricht (1992) é a desmontagem, a “desconstrução”; a dissolução política e nacional dos mesmos Estados. É a fusão (e o processo ainda vai no princípio…) da “pasta amorfa” resultante, num “super-Estado”, numa Federação. À qual só poderão chamar “europeia” porque os Estados que essa Federação vai dissolvendo e desactivando, se localizam no extremo ocidental do continente euro-asiático. E não porque se continue, bem pelo contrário, a respeitar a ligação de cada Estado constituinte a uma (ou várias) bem definidas “nações”, geneticamente europeias. As quais são obrigadas a aceitar maciças e contínuas ondas de migração e povoamento vindas das mais distantes partes do planeta Terra…

A forte baixa da natalidade é pretensamente “compensada”........

© Diário do Minho