Morte. E depois?
No ano passado, celebrámos os 1700 anos do Concílio de Niceia, que nos legou o Símbolo de Niceia (10 de abril de 325). Poucos anos antes, Constantino tinha concedido à Igreja e às restantes religiões um estatuto de legitimidade, através do Édito de Milão (13 de junho de 313). No final desse século, com o Édito de Tessalónica (27 de fevereiro de 380), o imperador Teodósio, juntamente com Graciano e Valentiniano II, fez do cristianismo a religião oficial do Estado. Ao mesmo tempo, o Credo Niceno-Constantinopolitano, que retoma o de Niceia, acrescentando-lhe alguns elementos, passou a constituir a expressão da fé cristã reconhecida pelo Império.
Ainda hoje, aceitamos e professamos tudo quanto este Símbolo da Fé encerra. Quero, hoje, recordar duas grandes verdades: «Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir»; e Jesus «de novo há de vir na sua glória para julgar os vivos e os mortos, e o seu reino não terá fim».
Não ouso entrar em considerações soteriológicas e, muito menos, escatológicas. Fico-me por algumas breves reflexões sobre a Comunhão dos Santos. O Papa Francisco, nas catequeses que dedicou a São José, afirma que este importante artigo da fé pode enriquecer a nossa vida cristã e........
