Pessoa, IA e Nuno Palma, sem esquecer o Benfica
Início do período estival, tempo de partilhar algumas das leituras que me seduziram. Do inigualável Fernando Pessoa, o género policial passou quase despercebido, até que Quaresma, Decifrador (Assírio & Alvim), uma edição crítica de Ana Maria Freitas (de 2008), nos abre o horizonte para um admirável mundo novo.
A Morte Dela Fica-me Tão Bem (Quetzal, 2023), um romance sobre amor, crime, paixão e adultério, no contexto da classe média-alta lisboeta. Numa quase-estreia, bem auspiciosa e plena de tensão, do professor universitário e médico neurologista, Miguel Viana Baptista.
Muito se tem escrito sobre a Inteligência Artificial (IA). Uma das obras mais relevantes que li foi I Am Not a Robot: My year using AI to do (almost) everything (Harper), de Joanna Stern,........
