Um Japão mais influente na Defesa global
Quando em fevereiro de 2022, ao ser invadida pela Rússia, a Ucrânia fez um amplo apelo às nações amigas para que lhe fornecessem armamento, o Japão – como outras – respondeu “sim”. Mas foi um sim com um enorme asterisco. Afinal, a poderosa economia japonesa não enviaria armas letais, capazes de dissuadir os soldados russos de entrarem por ali adentro, mas sim coletes balísticos (capazes de travar munições de alguns calibres) e viaturas. Incluindo as Toyota Hilux, as favoritas dos terroristas do Estado Islâmico, pela sua resistência e versatilidade.
A decisão do Japão de enviar apenas equipamento não-letal não foi um capricho do momento, nem fruto de uma votação à pressa no Parlamento. Tratou-se apenas do cumprimento das regras que existiam no Japão, conhecidas como os Três Princípios sobre a Transferência de Equipamento de Defesa e Tecnologia. Estes apertados........
