“O Campo-Escola Calouste Gulbenkian...”
Terminamos a última crónica com uma breve referência ao “Deputy Camp Chief of Gilwell Park”, tendo em consideração que este “Adjunto do Chefe de Campo de Gilwell” tinha como missão dirigir a formação para os Dirigentes. No exercício dessas funções podia usar a Insígnia de Madeira com cinco contas. Em Portugal apenas o dirigente Manuel Faria usou, ou pode usar, esta Insígnia de Madeira. Com este procedimento, procurava-se que a Formação dos Dirigentes, tivesse um fio condutor comum em todas as associações escutistas por forma a aglutinar os conceitos fundamentais, deixando aos agentes locais a liberdade do enriquecimento dos conteúdos, e de os enquadrar na cultura local e nacional dos diversos países e na utilização de estratégias pedagógicas que mais se enquadrassem nas vivências de cada associação. Claro que nos dias de hoje o Comité Mundial já desenvolveu um enquadramento para os planos de formação a ser considerado no planeamento da formação em cada associação. Como facilmente imaginamos tal não acontecia em 1953, quando, a 10 de março, o Chefe Manuel Faria foi nomeado como “Adjunto do Chefe de Campo de Gilwell”, para o Corpo Nacional........
