Do Panamá ao Alasca: quando a maior fronteira é a mente
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Depois de cruzar a América Central, o México, os Estados Unidos, o Canadá e chegar ao Alasca, Celinho resume toda essa jornada em apenas duas palavras:
“Obrigado, Senhor.” agradeçe Celinho.
“Obrigado, Senhor.” agradeçe Celinho.
Mas até chegar a essa conclusão, foram milhares de quilômetros de desafios.
A travessia pela América Central exigiu atenção constante. Em países como Guatemala, Honduras, Nicarágua e El Salvador, o risco não era apenas o trânsito desorganizado, mas também a violência. Fronteiras exigiam vigilância permanente para que a moto e os equipamentos não fossem alvo de furtos ou roubos.
Ao cruzar a fronteira para os Estados Unidos, a sensação foi imediata.
Segundo Celinho, parecia “sair do inferno e entrar no céu”. A tranquilidade das estradas, a infraestrutura e o espírito........
