A trombada do terrivelmente evangélico
Um carro desgovernado. O motorista salta, olha as vítimas e examina o volume do estrago. Em seguida, dá as costas e vai embora, como se não fosse com ele. Trata-se de um comportamento típico, uma doutrina comum das nossas atitudes humanas. Jair Bolsonaro também agiu assim, durante o seu mandato, por ocasião da epidemia de Covid: “Não sou coveiro”, gritava em altos brados, como se nada tivesse a ver com aquilo. Seguidor do pai, o 01 insiste no estratagema em plena corrida eleitoral, cada vez que o colocam contra a parede. Negociações com Vorcaro? “É coisa do Lula. Não conheço. Já disse”. Rachadinhas?. “Não sei o que significa isso’. Escritório do crime? “Estão me confundindo”.
André Mendonça, com a cara mais deslavada do mundo, como se cumprisse um rosário de orações, vai........
