Pelé, o maior de todos os tempos
Às sextas-feiras fazemos home office, uma dessas marcas da modernidade: todos trabalham de casa. Eu, particularmente, aproveito esse dia para visitar clientes, algo que fazia com muita frequência no início da minha carreira, iniciada na segunda metade dos anos 1980 do século passado. (Ufa!)
Cheguei à empresa de um cliente muito querido e o encontrei na sua sala, numa cena que me trouxe boas lembranças: ele jogava xadrez com seu neto. Eu aprendi a jogar com meu primo Toni e frequentávamos o clube de xadrez, que ficava ali na rua Doutor Quirino, não sei se ainda existe.
Sua empresa é organizada e temos orgulho de ter participado de um momento fundamental de sua história: o processo de sucessão empresarial, ou seja, a transferência da gestão para uma nova geração. No caso, uma transição familiar, mas existem diversos modelos possíveis de continuidade de uma empresa.
Seu neto, um jovem de treze ou quatorze anos, depois de descobrir que fui eu quem ensinou seu avô a jogar xadrez, passou a me desafiar com frequência. Naquele dia escapei do desafio, pois a partida entre eles estava bastante disputada.
Quando entrei, interromperam o jogo. Conversamos sobre política, juros, economia e, inevitavelmente, chegamos à Copa do Mundo.
Juan, esse é o nome do neto do meu cliente, perguntou: “- E aí, Dr. Pedro, tem assistido ao melhor........
