Folha assumiu direção da reação patronal-escravocrata contra o fim da jornada 6×1
Na vanguarda do atraso, a Folha de São Paulo assumiu a direção da campanha patronal-escravocrata contra o fim da jornada 6×1.
Nas edições online de 21/2 e impressa de 22/2, o jornal divulgou reportagem sobre estudo do economista-pesquisador da FGV Ibre Daniel Duque com um título que soa como uma imputação de vadiagem ao povo trabalhador do Brasil: "Brasileiro trabalha menos que a média mundial".
E já no primeiro parágrafo da matéria faz uma ofensa nos moldes do general Mourão: "Em comparação com o resto do mundo, o brasileiro não trabalha muito. Nem pode ser considerado particularmente esforçado"!
Fica evidente o objetivo da matéria — recheada de preconceitos e argumentos falsos — de inventar um simulacro de "base científica" sob o manto de uma instituição acadêmica conhecida, para defender a manutenção da jornada 6×1.
"O brasileiro trabalha menos do que seria esperado. Para Duque, o que provavelmente explica o desvio brasileiro é uma questão cultural,........
