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Israel sionista é sendero da morte e personifica a intolerância e a ultraviolência — Trump e Netanyahu

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14.04.2026

O que realmente e verdadeiramente permeia Israel é a intolerância, base e essência de toda a violência que as autoridades do enclave de europeus brancos estabelecidos à força no Oriente Médio, que se tornou Estado. Israel é fruto de uma decisão unilateral tomada, em 1948, por parte de pouquíssimos países que controlam o Conselho de Segurança da ONU, ou seja, uma deliberação de cúpula, de cima para baixo, que não se importou com os graves prejuízos morais, patrimoniais e territoriais que o povo palestino teria de enfrentar para ter, inclusive, o mínimo de direito à vida.

Trata-se de uma população refém de um Estado sionista, dominado por religiosos fundamentalistas e políticos da ultradireita, que estão a relembrar o nazifascismo, que vivem até hoje sob a égide do Velho Testamento, que os judeus e a maioria dos israelenses chamam de Tanakh, a Bíblia Hebraica correspondente ao Antigo Testamento cristão. O Tanakh é considerado o principal texto sagrado dos judeus, que se divide em 24 livros, dentre eles o mais conhecido é a Torá — a Lei de Moisés ou Pentateuco —, composta pelos cinco primeiros livros da Bíblia Hebraica.

Tais escrituras são lidas e entendidas ao pé da letra pelos religiosos ufanistas e ultranacionalistas em pleno século XXI do terceiro milênio, que vivem fora e dentro de Israel, que por meio de seus partidos ultraconservadores agem a atuam no Parlamento e no Governo de Benjamin Netanyahu, que está a explodir e incendiar o Oriente Médio em um radicalismo de extrema direita sem precedentes, porque sem limites morais e humanitários.

A verdade é que Israel tem por principal finalidade expulsar os palestinos de suas terras mesmo se for imperativo matá-los, além de anexar não somente a Faixa de Gaza, mas também a Cisjordânia e, quiçá, expandir o território de Israel para as terras do sul do Líbano, onde o estado sionista está como sempre a assassinar crianças e mulheres, como faz aterrorizadamente em Gaza e onde mais tiver de fazer, sem qualquer peso de consciência, pois sua natureza brutal se baseia no Velho Testamento pleno de sangue, descompaixão e impiedade.

O governo nazisionista de Israel é um jogral de malevolências e sordidezes, porque se trata de um regime colonialista e fascista, que efetiva o vergonhoso apartheid e trata o povo palestino muito pior do que as pessoas que maltratam os animais. Os palestinos se tornaram reféns da ultraviolência de um desgoverno sionista, francamente assassino e essencialmente racista, que para se expandir territorialmente e atender também os interesses dos EUA na região, mata, sem qualquer preocupação de ordem moral, milhares de crianças e mulheres, uma forma tenebrosa e medonha de efetivar a limpeza étnica e, por sua vez, ocupar os territórios que jamais........

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