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Dúvidas reais sobre planejamento bélico numa época de incertezas

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15.03.2026

O Exército brasileiro confirmou a compra de um lote de mísseis anticarro do tipo Javelin FGM-148, de fabricação norte-americana, da Raytheon e Lockheed Martin, no valor, com outros meios, de R$ 1,27 bilhão. Toda a modernização do equipamento bélico brasileiro, sua especialização, é, na atual ordem mundial, bem-vinda e, mesmo, necessária como um fator eficaz de dissuasão. No entanto, a explicação para a compra e a escolha do material apresentada pelo porta-voz das FFAAs merecem alguma reflexão.

Segundo este, a guerra Ucrânia-Rússia e o "conflito na Palestina" impunham a modernização da panóplia brasileira. É aí que surgem as questões não muito claras, a partir do consenso de que o duro conflito Ucrânia-Rússia, o duelo aéreo-espacial entre Irã e Israel-Estados Unidos, a chamada "Operation Midnight Hammer", em junho de 2025, e a guerra desencadeada pela "Operation Epic Fury", em 28/02/2026, foram, e são, conflitos reconhecidamente de alta incorporação tecnológica de mísseis e drones.

A partir daí deveríamos destacar:

 No conflito Ucrânia-Rússia destacamos........

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