Pelé, Maradona e... Ronaldo
De repente, voltou a falar-se de Pelé e de Maradona. Ambos mortos. Ambos deuses da relva. Ambos sul-americanos. Ambos campeões do mundo. Ambos no grande Azteca. Por aquele famoso estádio passaram outros grandes nomes em fases finais de Mundiais. Em 1970, por exemplo, brilharam naqueles 7.140 metros quadrados nomes como o uruguaio Mazurkiewicz; os italianos Facchetti, Mazzola, Riva e Rivera; o peruano Cubillas; os alemães Maier, Schnellinger, Beckenbauer, Seeler e Mueller; os ingleses Moore, Charlton e Hurst; ou os brasileiros Carlos Alberto, Jairzinho, Tostão e Rivellino.
Dezasseis anos mais tarde, em 1986, foi a vez de outros grandes futebolistas brilharem no mítico Azteca: os italianos Bergomi, Cabrini, Scirea, Conti, Altobelli ou Vialli; o sul-coreano Bum-kun Cha; o argentino Valdano; os belgas Pfaff, Gerets, Van der Elst, Vercauteren, Scifo ou Ceulemans; os mexicanos Hugo Sánchez e Negrete; o paraguaio Romero; os ingleses Shilton,........
