Afinal, o que vale, neste momento, o novo Sporting?
O Sporting terminou a última temporada no 2.º lugar no campeonato, com acesso direto à Champions League, podendo assim dar continuidade ao bom percurso do último ano. Acabou sem troféus, contudo, perdendo a final da Taça para o Torreense, da Segunda Liga.
Os leões acharam que era altura de fechar abruptamente o ciclo anterior, ainda que com o mesmo treinador, Rui Borges, que renovou antes do final da temporada transacta. Quando há uma revolução, é natural que se ganhe uma maior vitalidade. Também que se percam algumas referências. No caso dos verde e brancos, a remodelação atinge praticamente todas essas referências, que costumam ser os alicerces das equipas.
Perda de referências e outras a serem criadas
A estrutura sofreu mudanças em todos os setores: Diomande acrescentava fisicalidade ao eixo e era importante na fase de construção, Hjulmand e Morita formam uma excelente dupla não só na recuperação da bola e no pressing, mas também na criação, tal como Pedro Gonçalves, Trincão e Quenda apareciam não só nesse momento como na finalização com definição acima da média. Os órgãos estavam longe de ter entrado em falência, mas mesmo assim a equipa foi levada para a sala de operações para uma cirurgia talvez inédita, futurística, em que foram substituídos por uns mais novos, de forma a rejuvenescer........
