Tempos que correm
Terminei o artigo de dia 13 de outubro dizendo que aqui regressaria «sem saber em que estado se irá encontrar o clube» e encontrei um cenário bastante distinto. A lei de Murphy diz-nos que «tudo o que puder dar errado, dará errado» e ela quis instalar-se em Braga.
O 2-0 desperdiçado frente ao Sporting, o grosseiro erro de arbitragem (estranhamente desculpabilizado pelo Conselho Técnico Nacional de Arbitragem) e a casualidade dos golos do adversário espelhavam-no. Em Copenhaga, o rocambolesco 1-0, seguido de um 1-1 anulado por centímetros, seguiam a mesma lógica. E a receção ao Gil Vicente foi o seu expoente máximo, com um golo do empate mal validado, por falta óbvia sobre Pau Víctor, um caricato autogolo, uma bola ao poste e dupla defesa de Lucão a negar o empate e, por........
