Prémio Laranja muito Amarga para um Governo perigoso para os portugueses
Basta comparar a resposta das políticas públicas e do Estado durante a pandemia com o padrão de desvalorização de riscos, de enfraquecimento da autoridade de Estado e de atabalhoada resposta perante situações imprevistas por parte de Luís Montenegro e do seu Governo para percebermos que Portugal e os portugueses estão numa situação de alto risco sempre que acontecimentos imprevistos ocorram.
Infelizmente, os casos recorrentes demonstram que não estamos perante um acaso mas sim perante um padrão de comportamento.
Logo em 2024, na voragem das inesperadas eleições, o planeamento da época de incêndios desprezou a necessidade de fazer antecipados avisos sobre a limpeza dos terrenos em volta das casas e das aldeias, o ICNF foi retalhado entre os ministérios do Ambiente e da Agricultura e a prevenção de riscos deixou de ser prioridade em que o primeiro-ministro dava a cara e os ministros o exemplo do empenho político. As coisas já não correram bem, tendo sido superada a área ardida dos últimos anos ainda que com os maiores incêndios só em setembro. Luís Montenegro face à descoordenação na resposta lançou uma teoria da conspiração alarmista sobre uma rede de incendiários de natureza terrorista sobre a qual cairia mão pesada. A demagogia ficou esquecida com as primeiras chuvas, a lei não mudou e os incendiários não apareceram.
Em 2025, já a liderança da ANEPC, que desde 2017 fora........
