Prémio Laranja Amarga para o “fim do princípio “e o “princípio do fim “da Reforma Laboral
A interrupção das negociações em curso, em Genebra, sobre o programa nuclear iraniano pela ação militar unilateral dos Estados Unidos e de Israel, que visou o assassinato do líder supremo do Irão e de um conjunto de dirigentes do parceiro de conversações, veio alterar radicalmente a agenda política nacional.
Subitamente, deixou de ser notícia a incompetente e tardia resposta do Governo às tempestades de janeiro e de fevereiro, os limitados apoios assentes em endividamento das empresas ou os parcos meios para recuperação de casas destruídas.
Passou mais de um mês sobre a tempestade, mas ainda ninguém conhece qual a forma de concretização do prometido alargamento dos apoios às zonas não abrangidas pela declaração do Estado de Calamidade. Foi reaberta a A1, mas nunca mais se falou das centenas de quilómetros de ferrovia sem comboios ou das múltiplas estradas interrompidas ou muito danificadas.
Trump e Netanyahu foram igualmente um alívio para a ministra da saúde, que assim não teve de explicar porque foram em janeiro superados os 1,6 milhões de cidadãos sem médico de família , como continua sem encontrar uma solução para os médicos tarefeiros, seis meses de mais uma promessa de ação, e aproveitou ainda para anunciar o encerramento da urgência de ginecologia/obstetrícia do hospital do Barreiro, sem nunca ter falado com os autarcas da região afetada que pediam uma reunião há mais de seis........
