Educar também para a felicidade
Agosto foi inesperado, construído por nostalgias de sítios que não visitámos, reviravoltas e desânimos. Pelos filhos tudo, e assim como nos move proporcionar experiências inesquecíveis, também nos faz balançar e escolher momentos mais oportunos. Falamos da vivacidade e aventura do mais novo, do protecionismo do mais velho, e de um reforçado companheirismo de irmãos, que muito me orgulha como mãe.
Assim, quis o oitavo mês do ano que fosse tempo de viver no presente, reorganizar prioridades. Novos projetos a caminho, novas certezas, novas pontes.
Há muito que sinto fascínio pela cultura dinamarquesa e por aquilo que para mim significa o hygge.
Tenho pessoas hygge na minha vida, que me trazem soluções e abrigo, e de acordo com o estudo de Robert Waldinger (psiquiatra), é exatamente este tipo de vínculos que nos trazem felicidade. Segundo um longo estudo científico (durou 85 anos) da Universidade de Harvard, sobre a felicidade, esta poderá encontrar-se na qualidade dos nossos relacionamentos, à medida que envelhecemos.
Sendo Copenhaga, a........
