Entre o 'Brasa' e a rua, seleção vai ficando mais longe do povo
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Aos 13 anos, boa parte das crianças da nossa geração via o auge da vida em qualquer coisa que as levasse ao futebol. A seleção brasileira masculina era um acontecimento que rendia horas de conversa antes, durante e depois da aula, no dia seguinte de qualquer amistoso. O futebol feminino nunca chegou como informação ou possibilidade afetiva naquela época. Mas se isso mudar agora, o futuro será bem diferente. Tomemos essa decisão.
Mesmo sem rede social anos atrás, quase todas as pessoas sabiam alguma coisa que envolvia o sonoro 1 a 0 contra um país sobre o qual se precisava da ajuda da professora de Geografia para procurar no mapa. Nem todo mundo se importava com a partida em si, mas a história que brotava dela parecia atravessar mais a vida das pessoas do que hoje.
Alguém que assistiu com a mãe, no único momento em que ela conseguia fugir da sua sobrecarga de trabalho e ficar ali, do lado. Para o outro, que assistia com o pai, o futebol era uma espécie de iniciador de conversas entre dois homens que não foram ensinados a falar nada sobre o que sentem.
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