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Há 30 anos, queda de avião encerrou carreira dos Mamonas Assassinas

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01.03.2026

Há 30 anos, queda de avião encerrou carreira dos Mamonas Assassinas

Há 30 anos, na noite de 2 de março de 1996, um acidente aéreo encerrava de forma trágica a trajetória de uma das bandas mais irreverentes do país: os Mamonas Assassinas.

O grupo voltava de um show em Brasília com destino ao aeroporto de Guarulhos (SP) quando, após uma sequência de falhas operacionais durante a aproximação para pouso, a aeronave colidiu com a Serra da Cantareira. O acidente ocorreu a poucos quilômetros das casas dos integrantes, que eram da cidade.

A aeronave era um Learjet modelo LR-25D, jato operado pela Madri Táxi Aéreo. Ela havia sido fretada para levar os Mamonas Assassinas e, no dia 1º de março de 1996, transportou o grupo de Caxias do Sul (RS) a Piracicaba (SP).

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Chegaram à cidade paulista às 15h45, e o avião aguardaria o término do show para retornar com os artistas para Guarulhos. Por questão de tempo, a decolagem acabou sendo postergada para a manhã seguinte, às 7h10 do dia 2 de março, chegando ao destino às 7h36.

A tripulação, formada pelo comandante e pelo copiloto do jato, permaneceu no aeroporto, onde, às 11h02, apresentou o plano de voo (documento exigido para poder decolar, no qual constam horários, rotas, alternativas e outras informações do voo) para Brasília, onde outro show seria realizado.

O voo decolaria às 15h, mas, após dois avisos de atraso, partiram para a capital federal às 16h41. Pousaram em Brasília às 17h52 e, enquanto os artistas cumpriam seus compromissos profissionais, os pilotos permaneceram no aeroporto aguardando o retorno para aquele que foi o último voo de todos.

Às 21h58, o avião saiu de Brasília rumo ao aeroporto de Guarulhos. A bordo estavam nove pessoas:

Jorge Luís Martini: Piloto

Alberto Yoshiumi Takeda: Copiloto

Alexandre Alves, o Dinho: Vocalista

Bento Hinoto: Guitarrista

Júlio Rasec: Tecladista

Samuel Reoli: Baixista

Sérgio Reoli: Baterista

Sérgio Saturnino: Segurança do grupo

Todo o voo ocorreu sem anormalidades até o momento da descida, de acordo com os registros do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), órgão da FAB (Força Aérea Brasileira).

Por uma série de erros, o........

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