O fim de Hollywood como centro global do entretenimento
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"Made in Hollywood, USA" foi, por décadas, uma marca do audiovisual dos Estados Unidos. Hoje, essa frase corre risco de extinção.
O bairro de Los Angeles tem uma história que se confunde com a do cinema e da TV — a ponto de se tornar sinônimo da indústria, assim como Wall Street é do mercado financeiro norte-americano. Mas isso está mudando.
No ano passado, o número de produções na região caiu 16%, informa a FilmLA, entidade que gerencia as filmagens e atua no fomento do audiovisual na cidade. A situação só não foi pior porque houve uma recuperação no final de 2025.
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Quando comparado com os níveis pré-pandemia, a queda é ainda maior. Entre o último trimestre de 2019 e o final de 2024, houve uma redução de 53% em dias de gravação — uma métrica do setor —, informa o Milken Institute.
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Para quem circula pelos backstages de Los Angeles, o cenário é desolador. Profissionais estão sem trabalho e sem perspectiva de recolocação em um futuro próximo. Com menos atividade e menor geração de receita, empresas secundárias fecham, criando um efeito cascata que afeta toda a economia da cidade — que é famosa pelo seu alto custo de vida.
A conjuntura tem preocupado até na esfera política — com repercussões no atual processo de consolidação de Hollywood. Caso a venda da Warner Bros. Discovery para a Paramount Skydance seja aprovada, um único grupo de mídia controlará alguns dos grandes estúdios de cinema e TV do país, e cortes de custos — incluindo demissões — podem ter impacto ainda mais devastador considerando o momento.
É por isso que David Ellison, CEO da Paramount, enviou uma carta para congressistas da Califórnia,........
