Netflix sobe preços nos EUA e levanta dúvida: como fica o Brasil?
Netflix sobe preços nos EUA e levanta dúvida: como fica o Brasil?
Está cada vez mais caro ter uma assinatura da Netflix — isso, claro, se você não quiser ver anúncios. Na última semana, a plataforma anunciou um aumento de preços para os consumidores nos Estados Unidos. O segundo em um pouco mais de um ano.
Nesse momento, fica a dúvida na cabeça dos brasileiros: quando haverá também um reajuste no nosso país? Até agora, não há qualquer sinal — e isso pode continuar assim por algum tempo.
Isso porque Brasil e Estados Unidos vivem fases muito diferentes para o streaming.
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Em 2011, o plano Padrão da Netflix custava US$ 7,99 (cerca de R$ 13, em valores da época). O serviço tinha acabado de ser separado do aluguel de DVDs, com o qual a empresa havia entrado no mercado alguns anos antes.
Naquele momento, o objetivo da pioneira do streaming por assinatura era ganhar terreno. Sem produções originais, a plataforma basicamente licenciava conteúdos de terceiros — e ajudou a consolidar no público a sensação de que era possível ter acesso a uma enorme biblioteca de filmes e séries pagando pouco por mês.
Corta para 2026. Com o último aumento, a companhia passou a cobrar US$ 19,99 (R$ 103, na cotação atual) no plano Padrão Sem Anúncios. Isso significa cerca de 150% de incremento em 15 anos.
Acontece que essa não é toda a história. Desde 2023, o serviço cobra pelo compartilhamento de senhas nesse mesmo plano — o que eleva o gasto mensal em US$ 9,99 (R$ 51,50), para US$ 29,98........
