Em Davos, o futuro não está em debate. Está em disputa
Espaço de debate para temas emergentes da agenda socioambiental
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
É vice-presidente de impacto e sustentabilidade do iFood, conselheira do Unicef e embaixadora do Pacto de Mulheres Negras 2023-24
O Fórum Econômico Mundial deste ano, o maior já realizado na história, deixou claro que Davos não é mais um espaço para prever tendências.
É onde se testam narrativas, se medem forças e se antecipam decisões que vão moldar mercados, empresas e trabalho nos próximos anos. Participar do Fórum pela terceira vez —agora também como integrante de um Global Future Council— torna isso ainda mais evidente.
Vivemos uma nova ordem global. Estados Unidos, China e Europa competem abertamente por três ativos estratégicos do século 21: inteligência artificial, energia e acesso a mercados.
Essa disputa não é abstrata. Ela define quem lidera inovação, quem captura valor e quem fica dependente de decisões tomadas fora de casa.
Nesse cenário, o debate sobre o futuro do trabalho mudou de patamar. A inteligência artificial já transformou ocupações, cadeias........
