menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Se me permitem uma previsão: 2026 será diferente de tudo o que já vimos

12 1
01.01.2026

Começou. Mas pensemos o que de fato muda de um dia para o outro? Trinta e um de dezembro, primeiro de janeiro. Somos as mesmas pessoas submetidas a um calendário inventado que diz, por imposição, que um ano acaba e outro começa entre esses dois dias. Mesmo quem não se guia espiritualmente pelo calendário gregoriano acaba tendo que se guiar administrativamente, politicamente, logisticamente.

Divergindo de mim mesma, quero apresentar um contra-argumento.

Tudo muda entre 31 de dezembro e primeiro de janeiro.

Ricardo Kotscho

Bolsonaro perde apoio, e figura de 'mito' se esvazia

Djamila Ribeiro

Morte de Tainara marcou fim de ano das brasileiras

Wálter Maierovitch

Master: delegada da PF desmonta script de Toffoli

PVC

Chelsea é cemitério de técnicos da Inglaterra

Muda justamente porque as coisas têm a importância que damos a elas. Rituais de finalizações, de agradecimentos, de renovação de sonhos, de revisão da vida. O fim de um ano oferece a todas e a todos nós esse convite. Recomeçar. Renovar votos. Renascer.

Do mesmo jeito que nada deveria mudar numa partida de tênis quando um game ou um set se encerra - e sabemos que muita coisa muda com a simples chance, que chega mentalmente, de jogar diferente - tudo muda entre um ano e outro.

Começa hoje, portanto, um dos anos mais desafiadores das nossas vidas. Pessoal e coletivamente, porque essas coisas não se separam. Dependemos uns dos outros. Não somos nem jamais seremos independentes; somos e sempre seremos........

© UOL