Flamengo volta a La Plata, palco de noites tensas na Copa Libertadores
Flamengo volta a La Plata, palco de noites tensas na Copa Libertadores
O Flamengo reencontrará um estádio cuja história na Libertadores reúne grandes vitórias, pressão das arquibancadas e episódios de violência que atravessaram décadas. Às 21h30 desta quinta-feira, pelas semifinais, o time brasileiro enfrentará o Estudiantes no remodelado Jorge Luis Hirschi, chamado de UNO desde a reinauguração, em 2019. Lá, controlar os nervos pode ser tão importante quanto a bola.
São muitas as histórias. Em 1968, o confronto com o Racing pelas semifinais chegou a um ponto em que a própria participação dos dois clubes na competição foi ameaçada. Depois de perder por 2 a 0 em Avellaneda, o Estudiantes venceu por 3 a 0 em La Plata, numa partida marcada por agressões. Perfumo, do time de Avellaneda, e Pachamé, dos donos da casa, foram expulsos ainda no primeiro tempo.
Um relato histórico da revista El Gráfico registra que o representante da Associação do Futebol Argentino entrou nos vestiários no intervalo e avisou que retiraria os dois times da Libertadores caso continuassem se agredindo. A ameaça conteve parcialmente a violência. O Estudiantes avançaria no terceiro jogo, no campo do River Plate.
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