EUA lideram domesticação forçada das terapias psicodélicas
Marcelo Leite relata novidades da fronteira da pesquisa em saúde mental
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No tempo em que jovens americanos viajavam com LSD, faziam amor livre e contestavam a Guerra do Vietnã, denunciava-se um complexo industrial-militar a dominar a política nos EUA. Chegou a hora de mirar num complexo clínico-militar investido em domesticar o impulso libertário das terapias psicodélicas usando patentes como chicote e a saúde mental de ex-combatentes como cenoura.
É sintomático que a regulamentação dos alteradores da consciência volte a caminhar sob a influência de Robert Kennedy Jr. no governo Donald Trump, o autocrata com um Nobel de segunda mão ora empenhado em expandir o que entende por espaço vital da América.
Espera-se que a FDA sob nova direção libere ainda neste ano o uso clínico da psilocibina sintética contra depressão patenteada pela empresa Compass Pathways como COMP360. A agência autorizou a companhia também para fazer testes do composto contra transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).
TEPT é flagelo típico de veteranos de guerras que Trump ameaça mover até contra aliados. O composto MDMA (ecstasy, molly,........
