Estudo avalia congelar nervos para aliviar dores fortes no pós-operatório
Estudo avalia congelar nervos para aliviar dores fortes no pós-operatório
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Não é de hoje que existe a ideia de colocar nervos em uma fria para tornar suportável a dor após um procedimento médico ou cirúrgico — e que fria! Estamos falando de temperaturas menores que 60ºC negativos.
A estratégia surgiu ainda nos anos 1960, mas foi parar na gaveta, para não dizer na geladeira. Ficou por lá até agora. "No passado, o método se revelou questionável, apesar de resolver algumas dores crônicas intensas e aquelas de pós-operatórios cirúrgicos", conta o cirurgião torácico Miguel Tedde, do InCor (Instituto do Coração) da FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).
Lá, ele vem coordenando um estudo com 40 pacientes operados para a correção de pectus excavatum — deformidade que afunda o peito e a autoestima, principalmente de rapazes, já que eles não têm seios para disfarçá-la. Também há participantes operados para corrigir o pectus carinatum, que é justamente o contrário, ou seja, um peito de pombo, para fora. São cirurgias que, embora hoje sejam minimamente invasivas, doem à beça no período de recuperação.
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Com o estudo, o doutor Tedde e o professor Paulo Pego Fernandes, titular de Cirurgia Torácica da FMUSP, querem ver se,........
