Egito, bom rival para simular estreia, sofre para fazer bola chegar a Salah
Egito, bom rival para simular estreia, sofre para fazer bola chegar a Salah
Algum desavisado pode imaginar que a seleção do Egito, que enfrenta o Brasil em amistoso amanhã, às 19h (de Brasília), é uma espécie de Salah e mais 10. O problema — para o Egito — é que Salah raramente consegue fazer o time jogar mais do que pode. E o time não pode muito.
O Egito é uma seleção que invariavelmente joga mal. Cria pouco e tem a proposta de se defender e contra-atacar, mas não defende muito bem e raramente contra-ataca. A Copa Africana de Nações, no começo do ano, mostrou, no entanto, uma faceta perigosa: os egípcios ficam mais concentrados e conseguem cavar mais espaços quando jogam contra equipes melhores, o que obviamente é o caso do jogo contra o Brasil em Cleveland.
O time costuma jogar em um 4-4-2, com Salah e Marmoush, as duas estrelas da Premier League, sendo os dois homens isolados lá na frente. A bola raramente chega, e as jogadas de ataque costumam sair quando um dos dois consegue recebê-la em alguma posição do campo que lhes permita arrancar em velocidade e ver no que dá lá na frente.
Milly........
