O Brasil segue de costas para muitos talentos por falta de política
O Brasil segue de costas para muitos talentos por falta de política
Nas discussões sobre como retomar o protagonismo mundial da Seleção Brasileira o que mais se fala, e com razão, é a necessidade de investimento na base, da implantação de política nacional futebolística para garimpar e formar talentos, não só com os pés, mas, também, com a cabeça.
O descuido é tamanho que basta olhar como é irrisório o aproveitamento dos jogadores que, por exemplo, foram vitoriosos em torneios disputados majoritariamente por jovens.
O jornalista Juca Pacheco, assessor de imprensa do treinador André Jardine, medalha de ouro olímpica no Japão 2020, lembra que o próprio técnico não foi valorizado ao ser campeão, obrigado a ir trabalhar no modesto Atlético de San Luis, no México.
SakamotoNão é o Porsche........
