Justiça condena membro do PCC que usou drone para monitorar promotor Gakiya
Justiça condena membro do PCC que usou drone para monitorar promotor Gakiya
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A Justiça condenou Victor Hugo da Silva, o Falcão, 20, integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital), envolvido em um plano para matar o promotor de Justiça Lincoln Gakiya e o coordenador dos presídios da região oeste de São Paulo, Roberto Medina, a cinco anos de prisão por tráfico de drogas.
A sentença foi anunciada na última segunda-feira pela juíza Sizara Corral de Arêa Leão, da 3ª Vara Criminal de Presidente Prudente (SP). A magistrada também condenou a cinco anos Gabriel Custódio dos Santos, 25, comparsa de Falcão.
A dupla foi presa em julho do ano passado na região de Presidente Prudente. O telefone celular de Falcão foi apreendido e periciado. No aparelho foram encontradas mensagens, áudios, vídeos e mapas com endereços dos imóveis de Gakiya e Medina e dos trajetos feitos por ambos no dia a dia.
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Os dados extraídos do celular de Falcão levaram a Polícia Civil a identificar e a prender outros integrantes do PCC envolvidos no plano de atentado às autoridades. Uma operação foi deflagrada em outubro do ano passado, quando foram cumpridos mandados de buscas, apreensões e prisões.
Os equipamentos móveis foram periciados em São Paulo e neles foram encontradas informações sobre a rotina do promotor de Justiça, como mapas do trajeto da casa dele para o trabalho e vice-versa. Gakiya anda todos os dias escoltado por policiais militares fortemente armados.
O bando alugou um imóvel perto da residência dele. A Polícia Civil apurou que os criminosos utilizaram até drones para monitorar todos os passos do promotor de Justiça.
Roberto Medina também passou a contar com escolta policial. Assim como Gakiya, há vários anos o servidor vem sofrendo ameaças de morte por parte do PCC. Os presídios dirigidos por ele têm, em sua maioria, detentos ligados ao PCC, a maior organização criminosa do Brasil.
A suspeita das forças de segurança é de que as ações seriam orquestradas por criminosos da chamada "restrita final" do PCC, a célula da organização responsável pelos atentados. Os investigadores apuraram que o grupo usou drones para monitorar os alvos.
A reportagem não conseguiu contato com os advogados de Vitor Hugo da Silva. O espaço continua aberto para manifestações. O texto será atualizado assim que houver manifestação dos defensores dele.
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