Vorcaro tenta transformar PF em coadjuvante de sua colaboração
Vorcaro tenta transformar PF em coadjuvante de sua colaboração
Daniel Vorcaro e a Polícia Federal se equipam para a negociação do acordo de colaboração premiada com objetivos diferentes. Dado a espetáculos, o investigado tenta assumir o papel de protagonista, administrando os segredos e protegendo seu patrimônio criminoso.
Num esforço para evitar a inversão de papeis, os investigadores correm contra o relógio para digerir o conteúdo de mais de uma centena de equipamentos eletrônicos apreendidos, entre eles oito celulares de Vorcaro. A PF espera chegar à mesa munida de dados capazes de tornar a seletividade de Vorcaro um ativo sem valor.
Segundo sua autodefinição, Vorcaro é um mafioso que tinha um banco. Interpretando à sua maneira as leis do mercado, decidiu que a República era a primeira coisa a ser comprada pelo Master era a República. Está preso porque o investimento não lhe proporcionou proteção suficiente.
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Colocando executivos do Banco Central no bolso, Vorcaro quis blindar o Master. Imaginou que virando a maçaneta do gabinete de Lula com a ajuda de Guido Mantega, evitaria a liquidação do banco. Sonhou que suas conexões supremas resultariam em invulnerabilidade judicial. A blindagem de Dias Toffoli durou pouco.
Depois de tudo isso, se saísse de uma negociação com o Estado resguardando autoridades e salvando patrimônio sujo seria uma avacalhação desmoralizante. Seria corrompida até a máxima segundo a qual o crime não compensa. Ficaria entendido que, quando compensa, o crime é Master.
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