OpenAI confunde livro com plano de assassinato e bane escritor do ChatGPT
OpenAI confunde livro com plano de assassinato e bane escritor do ChatGPT
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A OpenAI baniu um escritor amador brasileiro do ChatGPT após confundir as interações dele com a plataforma de inteligência artificial para escrever um livro com os planos de assassinato em massa e de golpe de Estado.
No meio ao processo judicial na Justiça de Santa Catarina, a empresa, uma das líderes globais da corrida da IA, admitiu o erro e restabeleceu o acesso do escritor, que agora busca reaver seus documentos e uma indenização por danos morais.
Essa é a primeira ação na Justiça enfrentada pela empresa no Brasil, país que concentra sua terceira maior base de usuários e foi o escolhido para abrigar sua sede latino-americana, inaugurada em São Paulo em agosto. Ainda em andamento, o caso expôs até agora possíveis falhas de interpretação da OpenAI durante a moderação de conteúdo e erros na identificação de ações do usuário, como listar prompts problemáticos sem atribuição direta ao brasileiro. Em resposta a Radar Big Tech, a OpenAI informou não comentar processos judiciais e diz usar "sistemas automatizados e análise humana para identificar sinais de atividades com potencial danoso".
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Em novembro de 2025, a OpenAI havia aberto empresa no Brasil havia apenas dois meses quando a ação judicial de Eduardo da Silva Bey -agora chamado de Vael Gerhard Bey- chegou à equipe jurídica da empresa no país. Assinante do ChatGPT Plus desde abril de 2025, o desenvolvedor de sistemas foi banido sem motivo naquele mês, mesmo com a mensalidade quitada. Sem respostas satisfatórias da OpenAI, entrou na Justiça:
Ele luta pelo restabelecimento da conta e a retirada de seus documentos da plataforma. Pediu ainda uma tutela antecipada (provisória) para extrair os arquivos do ChatGPT, já que a OpenAI informa deletar dados 30 dias após o encerrar contas;
Ali foi revolta, né? Porque o plano era pagoBey
Em cerca de sete meses, ele diz ter escrito 500 páginas de um livro sobre niilismo e metafísica;
Como a juíza Viviane Isabel Daniel Speck de Souza, da 6ª Vara Cível de Joinville, negou em fevereiro de 2026 uma liminar para obrigar a OpenAI a restabelecer acesso temporário, o desenvolvedor recorreu ao TJ-SC;
No primeiro momento, o desembargador Selso de Oliveira decidiu a favor dele. Para o juiz, relator do caso, suspender o acesso abruptamente sem oferecer meios para exportar os dados podia violar o direito do consumidor à........
