PF prende Daniel Vorcaro em nova fase do caso Master
PF prende Daniel Vorcaro em nova fase do caso Master
A Polícia Federal (PF) prendeu novamente, hoje, o banqueiro Daniel Vorcaro. A prisão foi autorizada pelo ministro do STF André Mendonça.
Trata-se da terceira fase da operação Compliance Zero. Além da prisão de Vorcaro, estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, nos estados de São Paulo e Minas Gerais, e as investigações contaram com o apoio do Banco Central, informou a PF.
Outro lado: a coluna tenta contato com a defesa de Vorcaro, e o texto será atualizado em caso de manifestação.
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Segundo a PF, o objetivo "é investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa".
Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões, com o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.PF, em nota
A operação de hoje é a primeira autorizada pelo ministro André Mendonça desde que assumiu a relatoria do caso no Supremo Tribunal Federal. As investigações sobre a fraude do Master foram parar na Corte após o ministro Dias Toffoli aceitar um pedido da defesa de Vorcaro para retirar o caso da primeira instância.
Na relatoria do processo, Toffoli passou a tomar uma série de decisões consideradas controversas e que geraram atrito com a Polícia Federal.
Ele deixou o caso no mês passado, depois que a PF entregou ao presidente do Supremo, Edson Fachin, um relatório com menções ao nome dele e conversas do ministro do Vorcaro. Toffoli ainda assumiu ser sócio de uma empresa que recebeu pagamentos do banqueiro.
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Segunda prisão do banqueiro
Vorcaro havia sido preso na noite de 17 novembro, quando passava no raio-x do Aeroporto de Guarulhos para embarcar rumo a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Na ocasião, ele alegou que a viagem tinha o objetivo de formalizar a venda do Master a um grupo de investidores estrangeiros.
Onze dias depois, o banqueiro foi solto após ordem da desembargadora Solange Salgado, do TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), assim como outros quatro investigados na Compliance Zero detidos naquele mês. A magistrada entendeu que os riscos para a investigação poderiam ser mitigados com outras medidas, como o uso de tornozeleira eletrônica e a retenção do passaporte de Vorcaro.
*Texto em atualização.
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