Entre tradição e ciência: por que controlar cabeceio é uma decisão prudente
Entre tradição e ciência: por que controlar cabeceio é uma decisão prudente
*Por André Fujita, especialista pela Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física (Sonafe Brasil)
A decisão de entidades inglesas de discutir limites para cabeceios no futebol recoloca no centro do debate um tema que a ciência vem amadurecendo há mais de uma década: o impacto cumulativo de choques repetidos na cabeça ao longo da carreira de um atleta.
As novas orientações da Professional Footballers' Association (PFA), entidade que representa jogadores e ex-jogadores da Premier League, da FA Women's Super League e de outras ligas do futebol inglês, passam a recomendar que os atletas realizem no máximo 10 cabeceios por semana, já considerando as atividades de treino. No caso de crianças com menos de 12 anos, a entidade orienta que não haja cabeceio, dentro de um protocolo preventivo criado para diminuir a exposição acumulada a impactos na cabeça ao longo da carreira.
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