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Em meio a lesões, Ancelotti não testou alternativas táticas com a seleção

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Em meio a lesões, Ancelotti não testou alternativas táticas com a seleção

Desde que assumiu a seleção brasileira, Carlo Ancelotti deixou claro que tinha uma ideia fixa de estrutura: montar a equipe com quatro atacantes, dois meio campistas e uma linha de quatro defensores. Ainda que exista alguma flexibilidade de movimentação dentro desse desenho, como Vinícius Júnior atuando mais centralizado ou aberto pela esquerda, o treinador nunca abriu mão do sistema como ponto de partida. Foi, até aqui, o único modelo testado em todos os jogos sob seu comando.

O problema é que a rigidez tática convive com um cenário instável no elenco. As lesões de Rodrygo e Estêvão, além das questões físicas recorrentes de Raphinha, mexem diretamente com a engrenagem ofensiva. Ainda assim, Ancelotti segue apostando na profundidade do setor, que conta com nomes como Luiz Henrique, Endrick, Rayan e Gabriel........

© UOL