TVs públicas buscam alternativas para sair da crise nos EUA e na Europa
TVs públicas buscam alternativas para sair da crise nos EUA e na Europa
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O ano de 2026 começa com corte de 30% da equipe na PBS Kids, braço infantil da televisão pública dos Estados Unidos. A emissora, que chega a 95% dos lares americanos, enfrenta a maior pressão financeira em décadas.
O Congresso rescindiu todo o financiamento federal da Corporation for Public Broadcasting (CPB) e encerrou o programa de financiamento "Ready to Learn", criado em 1995 e que destinava US$ 112 milhões para produção de conteúdo educacional, pesquisa acadêmica e parcerias comunitárias. O programa repassava recursos para a PBS e para a NPR.
Ao mesmo tempo, a Europa avança em direção quase oposta: emissoras, incluindo as de serviço público, aceleraram parcerias com plataformas globais de streaming, migrando de uma postura defensiva para acordos de distribuição e co-branding.
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O trio que mais chamou atenção em 2025 foi a parceria Netflix-TF1, o acordo de distribuição entre Prime Video e France Télévisions, e a parceria estratégica entre Disney e ITV. Em janeiro de 2026, o Prime Video anunciou integrações adicionais com o M6 na, França, e com canais ao vivo da RTVE, na Espanha.
Outros movimentos seguiram o padrão: Disney e ZDF Studios fecharam acordo plurianual para distribuir milhares de horas de programação alemã na Alemanha, Áustria e Suíça. E a BBC anunciou produção de conteúdo específico para o YouTube..
Nos EUA, crianças de 2 a 8 anos que dependem de conteúdo gratuito e baseado em evidências científicas, comunidades rurais e uma cadeia inteira de produção baseada em em pesquisa, diversidade e acessibilidade........
