Budapeste, Teerão, Paris, Berlim, Londres e Lisboa
Budapeste. Viktor Orbán perdeu com a dignidade de um Senhor. Os erros que cometeu – e foram vários – não apagam a coragem com que sempre viveu e governou. Essa coragem com que enfrentou, nos tempos negros da Hungria, os tanques do ocupante soviético, foi a mesma com que desde há dezasseis anos combatia, sem tréguas, a lenta mas persistente invasão do império tecno-burocrático de Bruxelas que tudo corrói. Assumiu posições difíceis para proteger o seu povo. O preço foi alto e a fatura chegou no domingo passado. Diretamente de Bruxelas. Pagou sem pestanejar. E ainda deu os parabéns ao cobrador contratado pela Senhora von der Leyen, essa coveira de uma Europa que já foi.
Teerão. «No plano material, o Irão está em perda: sem liderança, sem marinha, sem força aérea; com os programas balístico e nuclear comprometidos e os seus proxies neutralizados. O regime,........
