5 pontos que mostram que Tarcísio é responsável pela greve da CPTM em SP
Três linhas da CPTM, que transportam mais de 700 mil passageiros diários em sete cidades da Região Metropolitana de São Paulo, iniciaram greve por tempo indeterminado.
A paralisação se soma à extinção da EMTU, falhas nas concessões da CPTM e do Metrô, aumento do custo de integração com ônibus e deterioração do transporte rodoviário interiorano, tudo sob a gestão do governador Tarcísio.
Segundo a análise, a crise decorre da intensificação de privatizações iniciadas no governo Doria e aprofundadas por Tarcísio, incluindo concessões mal estruturadas e a tentativa de transferir as linhas 11, 12 e 13 para a Trívia Trens.
Mesmo após a “epidemia” de falhas nas linhas 7, 8 e 9, o governo manteve a mesma estratégia, resultando em operação independente com falhas diárias.
A crise no transporte público paulista alcançou um novo patamar. Três linhas da CPTM, que transportam mais de 700 mil passageiros por dia e atendem sete cidades da Região Metropolitana de São Paulo, entraram em greve por tempo indeterminado.
O episódio se soma à extinção da EMTU, às falhas nas concessões da CPTM e do Metrô, ao aumento do custo da integração com ônibus e à piora do transporte rodoviário no interior no quadro geral de abandono do transporte pelo governador Tarcísio. Embora toda greve tenha causas múltiplas, há decisões do Governo do Estado que ajudam a........
