Se for eleito e copiar Milei, Flávio destruirá o SUS
Não se deve dourar a pílula. O mais provável, hoje, é que Flávio Bolsonaro seja eleito presidente do Brasil, ainda que os mais civilizados torçam por algum fato novo que reverta as projeções e dê vitória a Lula. Fato é que o medo impera.
É alta a chance de que o herdeiro do golpista Jair, no Planalto, ocupe-se prioritariamente de soltar o pai, emplacar pautas medievais no Congresso e entregar aos Estados Unidos tudo que Donald Trump quiser. Em paralelo, paira uma dúvida de natureza tanto econômica quanto humanitária: os princípios histérico-liberais de Javier Milei servirão mesmo de modelo a um governo Flávio?
A precarização do trabalho na Argentina de Milei é assustadora. O fechamento de mais de 31 mil empresas e a perda de cerca de 245 mil empregos formais privados sob a gestão “libertária” empurraram a força de trabalho para o monotributo, regime de arrecadação simplificada para trabalhadores autônomos e para aplicativos de entrega.
Organizações sociais e sindicatos argumentam que o crescimento do “trabalho por conta própria” não representa o empreendedorismo genuíno, mas sim uma estratégia de subsistência em um mercado cuja taxa de desemprego subiu para 7,9%, maior índice desde........
