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Redivivo, golpismo exige nova edição do histórico ato nas Arcadas do Largo de São Francisco

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03.08.2026

Em 11 de agosto de 2022, as Arcadas do Largo de São Francisco, da Faculdade de Direito da USP, sediaram um ato democrático que lançou a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito”.

A carta foi lida por três mulheres e um homem; ao final, Miguel Reale Jr. foi chamado de fascista e o público entoou “olê, olê, olê, olá”.

O evento celebrou a vitória de Lula sobre Bolsonaro nas eleições subsequentes, interpretada como retomada da democracia no país.

Ativistas e organizações pedem nova edição do ato, alegando o ressurgimento de discurso golpista, inclusive nas declarações de Flávio Bolsonaro e suposta influência dos EUA.

Em 11 de agosto fará quatro anos que as Arcadas do Largo de São Francisco, que abrigam a mitológica Faculdade de Direito da USP, foram palco de um potente ato das vozes democráticas brasileiras contra o golpismo que se prenunciava. Ali lançou-se a “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito”, lida por três mulheres e um homem – bom sinal dos tempos. Miguel Reale Jr. foi chamado de fascista e o coro ensurdecedor, no encerramento do evento, foi “olê, olê, olê, olá! Lula! Lula!”.

A democracia pulsou de verdade naquela hora, como testemunhado por este jornalista. Por obra e graça dos deuses da........

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