Entre o legado e o balanço: como decide uma empresa familiar
As empresas familiares não são apenas motores da economia; são extensões da própria família. Em muitos países representam mais de 80% das empresas e, em média, crescem mais do que as não familiares (Miroshnychenko et al., 2021).
Para perceber decisões que por vezes parecem “irracionais” a investidores externos, é preciso olhar para além dos números. É aqui que entra a teoria da riqueza socio-emocional (socioemotional wealth, SEW).
A ideia central da SEW, proposta por Luis R. Gómez-Mejía e colegas, é simples: famílias empresárias valorizam outras coisas para além dos lucros, como identidade, controlo e continuidade do apelido no negócio (Gómez-Mejía et al., 2007, 2011; Cabrera-Suárez et al., 2014).
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