Uma guerra interminável
A invasão da Ucrânia pela Rússia aconteceu fez há dias quatro anos. As perspetivas de paz são hoje mais longínquas do que no início deste conflito.
As forças armadas russas não conseguiram derrotar os ucranianos, que lhes opuseram uma notável resistência. As baixas russas são elevadíssimas. E os crescentes gastos da Rússia com esta guerra estão a criar fortes dificuldades à economia russa. Por outro lado, os militares russos evidenciam um baixo moral e um difícil recrutamento de soldados para compensar as baixas, que são numerosas.
Os ucranianos que lutam pela sua pátria têm hoje sobretudo o apoio dos países europeus democráticos. Os Estados Unidos deixaram de apoiar financeiramente os ucranianos.
Os EUA de Trump exercem pressão para que o Presidente ucraniano Zelensky faça mais concessões a Putin, de maneira a alcançar pelo menos um cessar fogo. Ao mesmo tempo, os EUA mostram-se muito abertos às exigências russas.
Zelensky tornou-se, assim, o grande resistente à invasão russa do seu país, não cedendo às pressões de Trump para conseguir a paz à custa da Ucrânia.
Uma vitória da Rússia sobre a Ucrânia seria uma derrota para a Europa comunitária. É a consciência clara do que significaria a derrota da Ucrânia que mantém o apoio dos europeus aos patriotas ucranianos.
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