A Hungria (não) é aqui
O que é que terá levado o vice-presidente norte-americano, J.D. Vance, quando o seu país ameaçava destruir uma civilização do outro lado do mundo, a deslocar-se a um pequeno país europeu, com cerca de dez milhões de habitantes, para participar ativamente numa campanha eleitoral? O episódio é insólito — e mais importante do que parece à primeira vista: nas eleições húngaras não está apenas em disputa a escolha de um primeiro-ministro.
