A moda vai continuar a destruir o planeta, só que agora com bom marketing
Desde 20 de julho de 2026, as grandes marcas de moda europeias já não podem incinerar nem enterrar roupa e calçado que não conseguiram vender. Parece o fim de uma das imagens mais obscenas do capitalismo contemporâneo: armazéns inteiros de roupa nova, nunca usada, a arder para produzir eletricidade, enquanto milhões de pessoas na Europa não conseguem pagar o aquecimento.
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Só há um problema. Ninguém perguntou o que vai acontecer a essa roupa a seguir.
O El Corte Inglés já veio a público garantir que a lei não muda nada de estrutural no seu negócio, pois as marcas já sabem exatamente para onde vai escoar o excedente. Outlets. Saldos agressivos. Plataformas de segunda mão. Tudo embrulhado em linguagem de sustentabilidade, tudo vendido como vitória ambiental. E é aqui que a história oficial começa a desmoronar.
Há um conceito, estudado e........
