O dia em que passei a fazer pouco dos millenials
Nunca me interessei muito por distinguir gerações em nomes diferentes. Até que há uns tempos, num jantar com a nossa amiga Alê e o nosso amigo Alberto, casal brasileiro, ela caricaturou os millenials com muita graça. Eu nem sequer sabia bem onde começavam e terminavam os millenials, não sabia onde começava e terminava a geração X—a minha, quanto mais as seguintes Z e Alfa. De lá para cá embarquei no jogo.
Que o digam os meus colegas millenials que têm de me aturar quase todos os dias. Agora passo a vida a fazer pouco deles, da sua irritante mania de querer o mundo todo explicadinho, da sua escassa capacidade de risco, entre outros defeitos que me parecem imperdoáveis. Em menos de nada, tornei-me numa pessoa que liga às diferenças entre gerações, para redundar no elogio óbvio da minha. O jogo tornou-se divertido sobretudo quando ganho, claro.
A geração X, a minha, é geralmente detectada entre os que nasceram de 1965 a........
