A IA vai-nos salvar? É pena que nos destrua primeiro!
Bill Gates resolveu estragar a festa. E escrever e pensar bem e em época estival. Enquanto empresas, governos e universidades competem para ver quem diz mais vezes Inteligência Artificial por minuto, Gates lembra o incómodo: a IA pode ser o maior instrumento de igualdade alguma vez criado ou, ao contrário, uma máquina extraordinária de fabricar desigualdade.
E não, desta vez não é mais uma revolução tecnológica. O PC demorou décadas a mudar o trabalho. A IA já vive nos equipamentos que usamos, fala a nossa língua e não espera que aprendamos a utilizá-la: aprende connosco. E, sobretudo, começa a fazer aquilo que durante........
