Lembremo-nos da Kristin
“A gente não aprende com o erro. A gente aprende com a correção do erro” (Mario Sérgio Cortella, filósofo brasileiro)
Sabiamente diz o povo que “depois da tempestade vem a bonança” ou que “não há mal que sempre dure”, aludindo à brevidade de alguns eventos meteorológicos como os que recentemente experimentámos. E, de facto, o sol voltou a brilhar, e a guerra e outras notícias vão reclamando a nossa atenção. O esquecimento instala-se. Não é, assim, nada de admirar que, ao procurarmos notícias de eventos passados, nos deparemos frequentemente com expressões como “não há memória de algo assim” ou similares, mesmo quando sabemos de episódios bem maiores escassos anos antes.
Como se não chegasse esta nossa falta de memória, multiplicam-se os artigos, estudos, discursos, entrevistas, etc., a querer individualizar este Inverno como algo nunca visto para, aproveitando a espuma dos dias, colar com cuspo (alguns verdadeiros pseudoestudos – um exemplo – a lembrar os do tempo da pandemia em que a febre de publicar a correr resulta em trabalhos em que “se” isto e “se” aquilo e ainda “se” aqueloutro, então correndo e ajustando modelos até ao resultado pretendido, há uma pequena alteração percetível e atribuível… isto é ciência?) as desgraças vividas às famigeradas Alterações Climáticas (AC).
Ainda há dias vi um amigo a partilhar um artigo escrito no Expresso e em que aconselhava a leitura até ao final. Curioso, abri para ler até........
