Pedofilia e a cumplicidade legitmada
É necessário um estômago forte para analisar a promiscuidade intelectual que uniu as cátedras de Paris aos divãs da sexologia experimental. O que nos venderam como “vanguarda do pensamento” não foi mais do que uma tentativa arrogante de intelectualizar o instinto mais predatório e monstruoso do ser humano.Do divã parisiense de 1977 à ilha privada de Jeffrey Epstein, o fio condutor é um só: a arrogância de uma elite que, “decidiu” que o corpo da infância era o último território a ser conquistado, profanado e transformado em mercadoria.
Tudo começou com a “Geração de 68”, quando os sumos-sacerdotes do pensamento europeu decidiram que a moralidade era uma algema burguesa. Michel Foucault, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir não foram apenas filósofos; foram os cúmplices teóricos dos predadores. Ao assinarem o infame manifesto de 1977 no jornal Le Monde, alegando que “o direito da criança de dizer ‘não’ implica também o direito de dizer ‘sim'”, estas sumidades do pensamento existencialista não estavam a libertar o ser humano; esta elite académica tentou, naquele momento, transformar o crime em “libertação”, usando a autoridade da tradicional universidade Sorbonne para anestesiar a consciência colectiva.
A par da filosofia, a sexologia de laboratório serviu de braço armado para esta subversão. John........
