Um novíssimo Porto que, paradoxalmente, é também o velho Porto
Seiscentas mil pessoas festejaram, na baixa do Porto, a conquista do 31º. campeonato, numa manifestação de amor e unidade nunca antes vista. Por quê, se, desde 1974, o Porto campeão é uma normalidade?
Na verdade, esses seiscentos mil festejaram este título, não como se fosse o último, mas como se fosse o primeiro de um novo Porto, filho de uma nova era, com pouco mais de dois anos. Um novíssimo Porto que, paradoxalmente, é também o velho Porto, o de sempre. Tratava-se, portanto, de celebrar a devolução do Porto ao Porto, o que não era para menos:
1) o clube regressou à Champions, que é o seu habitat natural.
2) esta equipa recriou o famoso ADN do clube, essa arte da transcendência, através dos intérpretes certos, o que trouxe uma nova energia........
