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Macau, a Grande Baía e as oportunidades

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20.04.2026

Macau é um pequeno território que completou 25 anos de regresso à China, depois de cinco séculos de administração portuguesa. Nestas duas décadas e meia, a Região Administrativa Especial mudou radicalmente. A atividade económica floresceu à sombra do turismo e do entretenimento, com relevo para os casinos e hotéis. As universidades locais cresceram em número e dimensão. O território expandiu e os aterros tornaram difícil reconhecer as ilhas originais.

Os traços portugueses são ainda reconhecíveis e a mistura cultural originada não só com os contributos chineses e portugueses, mas também vindos de outras partes do sudeste asiático e dos outros territórios de língua portuguesa, fazem de Macau um ponto único de interseção cultural. Lugar pequeno, mas cosmopolita, sofreu sucessivas vagas de periferização, desde a fundação de Hong Kong.

A pensar na sua integração na China, o governo lançou vários projetos que visam promover o território enquanto parte da Grande Baía e colocar ao serviço desse processo a zona antes conhecida como a Ilha da Montanha ou Hengqin. Pretende-se atrair desenvolvimento económico e a participação ativa desta região, tal como a de Hong Kong, na criação da região mais tecnológica da China.

Crescer na Grande Baía

A promessa do governo central e local é o crescimento e diversificação da economia no âmbito da Grande Baía, promovendo uma interconectividade acrescida entre as cidades e regiões que constituem a área. Oferecem-se oportunidades de desenvolvimento económico, científico e........

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